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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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Internet evita ida ao supermercado

Mäyjo, 18.12.14

Em Evanston, no Illinois (EUA) basta usar a internet para enviar a lista das compras a uma empresa chamada Peabody LP e 90 minutos depois, no máximo, os produtos estão à porta.

Poupa-se tempo na deslocação ao supermercado, na procura das compras, nas filas das caixas e no final só se paga por este serviço 5% do valor da conta.

Os clientes podem escolher os artigos entre 20 000 catalogados por nomes, categoria, marca ou mesmo receita de cozinha.

As reclamações podem ser apresentadas por correio eletrónico.

Adaptado de Capital, 3 de Setembro de 1996

 

Como podem ver esta "novidade" já não é assim tão nova... 

Nova Iorque vai transformar antigas cabines de telefone em pontos wi-fi gratuitos

Mäyjo, 18.12.14

Nova Iorque vai transformar antigas cabines de telefone em pontos wi-fi gratuitos

Nova Iorque vai transformar as antigas cabines telefónicas pagas – que caíram em desuso com o advento dos telemóveis – em pontos de wi-fi gratuitos em 2015. A medida, que era aguardada há muito, foi aprovada esta semana.

Na primeira fase do programa vão ser convertidas cerca de 500 cabines telefónicas, que não só vão oferecer internet gratuita como chamadas gratuitas para todo o território dos Estados Unidos.

Adicionalmente, a medida – que o mayor de Nova Iorque, Bill de Blasio, caracterizou de “histórica” – vai gerar 100 postos de trabalho a tempo inteiro e cerca de 650 empregos temporários para instalar e fazer a manutenção dos pontos de wi-fi.

“Com a aprovação da proposta para expandir o acesso gratuito de internet de alta velocidade para os nova-iorquinos dos cinco bairros não vamos apenas transformar infra-estruturas telefónicas obsoletas em pontos wi-fi modernos, como também alargar o alcance da banda larga mais rápida a toda a cidade”, afirmou de Blasio, cita o Inhabitat.

A conversão das cabines vai gerar uma receita de cerca de €400 milhões ao longo dos próximos 12 anos, suportada unicamente pelo investimento publicitário e sem qualquer custo para os contribuintes.

Roterdão: parque flutuante de lixo abre esta semana

Mäyjo, 18.12.14

Roterdão: parque flutuante de lixo abre esta semana

Roterdão vai ter um parque flutuante de lixo no meio do rio Nieuwe Maass, que vai impedir que o plástico e outros detritos atinjam o Mar do Norte.

Com abertura agendada para esta semana, o parque consiste inicialmente num mecanismo que recolhe o lixo do rio e o junta numa espécie de ilha artificial. O lixo recolhido será progressivamente utilizado para construir o parque, que será depois modificado para permitir a vida vegetal.

O objectivo da construção é impedir que chegue cada vez mais plástico aos oceanos e criar terreno fértil para a proliferação de plantas aquáticas nativas e mexilhões, alimentando assim um novo ecossistema saudável no rio. Se o projecto pioneiro foi bem-sucedido poderá ser implementado em outros rios dos Países Baixos, escreve o Inhabitat.

A iniciativa para a construção do parque partiu da Recycled Island Foundation e contou com as colaborações do município de Roterdão, da Wageningen University, da WHIM Architecture e da SK International.

 

Abrigos insufláveis usam ar condicionado para aquecer os sem-abrigo

Mäyjo, 17.12.14

Abrigos insufláveis usam ar condicionado para aquecer os sem-abrigo (com FOTOS)

Michael Rakowitz inventou um abrigo urbano que utiliza o ar em excesso dos sistemas de climatização dos prédios para manter aquecidos os sem-abrigo. Inspirado pelas tendas dos beduínos – que reagem aos diferentes tipos de vento no deserto -, os abrigos “paraSITE” são simples, eficazes e podem ter custos inferiores a 4€.

Quando era estudante no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, Rakowitz pensou em dar uso ao ar quente dos sistemas de climatização dos edifícios de forma a aquecer abrigos temporários para os sem-abrigos.

O Inhabitat dá a conhecer este projecto de Rakowitz, um artista que durante 17 anos construiu pelo menos 60 abrigos deste género nas várias cidades em que foi vivendo e que ainda continua a querer desenvolver o projecto para melhorar as vidas dos menos favorecidos.

Os Invernos são difíceis para os sem-abrigo, que chegam a suportar temperaturas potencialmente fatais. Pensando nisto, Rakowitz idealizou e construiu o primeiro abrigo “paraSITE” para um sem-abrigo chamado Bill Stone, na cidade norte-americana Cambridge. Desde então, Rakowitz tem aperfeiçoado a sua técnica e agora os pequenos abrigos desmontáveis podem ser personalizados para arranjar espaço em qualquer sítio.